Saúde Mais Perto



São Vicente tem grandes desafios em relação à saúde, que começam na administração e aplicação das políticas públicas, onde destacamos a falta de uma gestão eficiente e transparente, infraestrutura (edifícios) que se encontram precarizados, profissionais (servidores) desmotivados e desvalorizados, baixa cobertura dos serviços de atenção básica, poucas ações de prevenção, nenhuma ação transversal da saúde com esporte, educação, lazer e meio ambiente, equipamentos ociosos por inadequação das instalações, longas filas de espera para exames e consultas, falta de acessibilidade e humanização nos atendimentos. No município preocupam o aumento, nos últimos anos, da mortalidade infantil e as internações por desnutrição e desidratação. A cobertura dos serviços ofertada pelo município, segundo dados oficiais, é muito baixa: temos 3 (três) mil habitantes para cada 01 (um) leito destinado a internação no SUS, enquanto a média estadual é de 01 (um) leito para cada 1.000 habitantes (SEADE, 2019). A cobertura das Equipes de Saúde da Família (ESF), outro importante indicador sobre o atendimento à atenção básica, vem caindo desde 2016, passando de 29,11% para 19,00% (DATASUS, 2020) de equipes atuantes - percentual bem inferior aos municípios da região metropolitana de São Paulo, (36,84%).


Aproximação da Saúde ao Cidadão



✅Articulação Intersetorial:

Educação, Esporte, Lazer, Assistência Social e Educação em Saúde, através de orientações sobre a atenção básica, as especialidades, serviços de Urgência Emergência, SAMU, saúde bucal, saúde mental;

✅Reduzir o tempo de espera de consultas especializadas;


✅Efetivar um canal inteligente

para agendamento de exames, consultas e registros, prontuários médicos;

✅Reabrir da UPA Náutica

para cobertura dos bairros da região;

✅Promover a prevenção e redução de danos na saúde bucal

com agendas fixas e periódicas de profissionais nas escolas;

✅Ampliar as atividades oferecidas nos postos;


✅Ampliar a cobertura

das Equipes de Saúde da família - ESF;

✅Implementar uma Central de Regulação do SAMU

com readequação de servidores, informatização do banco de dados e revisão dos pontos geográficos de localização das bases das ambulâncias.

Valorização do Servidor



✅Revisar de forma participativa

os planos e Cargos e Carreiras, através da criação de Fóruns e Comissões para discussão e revisão dos planos de carreira e remuneração das horas extras;

✅Implementar residências médicas

em Saúde da Família e equipe multiprofissional, permitindo que a atenção à saúde seja realizada de forma integrada entre as diferentes áreas;

✅Ofertar e incentivar a capacitação continuada

através de financiamento e cofinanciamento, e valorização da participação em Congressos, Seminários, publicação de artigos científicos e acadêmicos;

✅Estabelecer critérios técnicos

para nomeação de cargos comissionados e criação da exclusividade a servidores efetivos a cargos específicos.

Modernização da gestão e redesenho logístico dos atendimentos, estruturas e serviços ofertados



✅Readequar a infraestrutura dos equipamentos de saúde

para exercício das atividades informatizadas, através da instalação de equipamentos, cabos, redes, de modo a permitir a informatização dos serviços como agendamento online de consultas, exames, e laudos médicos;

✅Atualizar periodicamente e fazer a manutenção preventiva

de todos os equipamentos e unidades, atrelado ao sistema de tempo de vida útil dos equipamentos e redução da burocracia interna para solicitação de reparos urgentes;

✅Avaliar a ampliação da telemedicina na rede pública;


✅Descentralizar os pontos de retirada de medicações psicotrópicas

de modo que o paciente não precise se deslocar até a farmácia central em Santos para retirada de medicações de alto custo fornecidas pelo governo do estado;

✅Dispensação de medicações de alto custo;


✅Modernizar o sistema de farmácias públicas

e controle dos estoques e distribuição dos medicamentos, permitindo transparência e eficiência na gestão das farmácias;

✅Integrar os sistemas dos almoxarifados

para que se tenha o real número de medicamentos disponíveis em todos os locais de atendimento, a fim de viabilizar um maior controle para que não haja desperdício de medicamentos e desta forma tenha um melhor aproveitamento atendendo um maior número de cidadãos;

✅Avaliar os imóveis próprios e alugados

de modo a rever e renegociar contratos de locação;

✅Readequar e melhorar a distribuição das equipes de saúde nas unidades

bem como criação de Manual de Procedimentos Administrativos e Gestão do Conhecimento de modo a atualizar e estabelecer protocolos de procedimentos nos serviços, a fim de aumentar a capacidade de resolutividade dos atendimentos;

✅Instalar um gerador para armazenamento de vacinas (Central);


✅Monitorar, avaliar e analisar a prestação de contas das parcerias firmadas

com as Organizações Sociais, de modo que se faça cumprir as obrigações contratuais firmadas, como realização de exames, contratação de funcionários, atendimentos e consultas;

✅Ampliar a adesão aos programas e parcerias

com entes estadual, federal e privados como universidades e centros de pesquisa;

✅Fomentar a implementação de redes de consórcios

com as demais cidades da Baixada Santista.

Saúde mais Perto



São Vicente tem grandes desafios em relação à saúde, que começam na administração e aplicação das políticas públicas, onde destacamos a falta de uma gestão eficiente e transparente, infraestrutura (edifícios) que se encontram precarizados, profissionais (servidores) desmotivados e desvalorizados, baixa cobertura dos serviços de atenção básica, poucas ações de prevenção, nenhuma ação transversal da saúde com esporte, educação, lazer e meio ambiente, equipamentos ociosos por inadequação das instalações, longas filas de espera para exames e consultas, falta de acessibilidade e humanização nos atendimentos. No município preocupam o aumento, nos últimos anos, da mortalidade infantil e as internações por desnutrição e desidratação. A cobertura dos serviços ofertada pelo município, segundo dados oficiais, é muito baixa: temos 3 (três) mil habitantes para cada 01 (um) leito destinado a internação no SUS, enquanto a média estadual é de 01 (um) leito para cada 1.000 habitantes (SEADE, 2019). A cobertura das Equipes de Saúde da Família (ESF), outro importante indicador sobre o atendimento à atenção básica, vem caindo desde 2016, passando de 29,11% para 19,00% (DATASUS, 2020) de equipes atuantes - percentual bem inferior aos municípios da região metropolitana de São Paulo, (36,84%).


Aproximar a Saúde ao Cidadão



Articulação Intersetorial:

Educação, Esporte, Lazer, Assistência Social e Educação em Saúde, através de orientações sobre a atenção básica, as especialidades, serviços de Urgência Emergência, SAMU, saúde bucal, saúde mental;

Reduzir o tempo de espera

de consultas especializadas;

Efetivar um canal inteligente

para agendamento de exames, consultas e registros, prontuários médicos; .

Reabrir da UPA Náutica

para cobertura dos bairros da região;

Promover a prevenção e redução de danos na saúde bucal

com agendas fixas e periódicas de profissionais nas escolas;

Ampliar as atividades oferecidas nos postos;

Ampliar a cobertura

das Equipes de Saúde da família - ESF;

Implementar uma Central de Regulação do SAMU

com readequação de servidores, informatização do banco de dados e revisão dos pontos geográficos de localização das bases das ambulâncias.

Valorização do Servidor



Revisar de forma participativa os planos e Cargos e Carreiras

através da criação de Fóruns e Comissões para discussão e revisão dos planos de carreira e remuneração das horas extras;

Implementar residências médicas em Saúde da Família

e equipe multiprofissional, permitindo que a atenção à saúde seja realizada de forma integrada entre as diferentes áreas;

Ofertar e incentivar à capacitação continuada

através de financiamento e cofinanciamento, e valorização da participação em Congressos, Seminários, publicação de artigos científicos e acadêmicos;

Estabelecer critérios técnicos

para nomeação de cargos comissionados e criação da exclusividade a servidores efetivos a cargos específicos.

Modernização da gestão e redesenho logístico dos atendimentos, estruturas e serviços ofertados



Readequar a infraestrutura dos equipamentos de saúde

para exercício das atividades informatizadas, através da instalação de equipamentos, cabos, redes, de modo a permitir a informatização dos serviços como agendamento online de consultas, exames, e laudos médicos;

Readequar a infraestrutura dos equipamentos de saúde

para exercício das atividades informatizadas, através da instalação de equipamentos, cabos, redes, de modo a permitir a informatização dos serviços como agendamento online de consultas, exames, e laudos médicos;

Atualizar periodicamente e fazer a manutenção preventiva

de todos os equipamentos e unidades, atrelado ao sistema de tempo de vida útil dos equipamentos e redução da burocracia interna para solicitação de reparos urgentes;

Avaliar a ampliação da telemedicina na rede pública;

Descentralizar os pontos de retirada de medicações psicotrópicas

de modo que o paciente não precise se deslocar até a farmácia central em Santos para retirada de medicações de alto custo fornecidas pelo governo do estado;

Dispensação de medicações de alto custo;

Modernizar o sistema de farmácias públicas

e controle dos estoques e distribuição dos medicamentos, permitindo transparência e eficiência na gestão das farmácias;

Integrar os sistemas dos almoxarifados

para que se tenha o real número de medicamentos disponíveis em todos os locais de atendimento, a fim de viabilizar um maior controle para que não haja desperdício de medicamentos e desta forma tenha um melhor aproveitamento atendendo um maior número de cidadãos;

Avaliar os imóveis próprios e alugados

de modo a rever e renegociar contratos de locação;

Readequar e melhorar a distribuição das equipes de saúde nas unidades

bem como criação de Manual de Procedimentos Administrativos e Gestão do Conhecimento de modo a atualizar e estabelecer protocolos de procedimentos nos serviços, a fim de aumentar a capacidade de resolutividade dos atendimentos;

Instalar um gerador para armazenamento de vacinas (Central);

Monitorar, avaliar e analisar a prestação de contas das parcerias firmadas

com as Organizações Sociais, de modo que se faça cumprir as obrigações contratuais firmadas, como realização de exames, contratação de funcionários, atendimentos e consultas;

Ampliar a adesão aos programas e parcerias

com entes estadual, federal e privados como universidades e centros de pesquisa;

Fomentar a implementação de redes de consórcios

com as demais cidades da Baixada Santista.