Mobilidade e Urbanismo



A mobilidade é o meio essencial que permite integração social e urbana entre as pessoas, e permite que acessem a bens e serviços, que se realizem os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano, e interfere o modo de vida das pessoas dentro das cidades.


É pelo planejamento ou por meio de planos de mobilidade, que é possível definir as condições das categorias associadas à mobilidade urbana: transporte público coletivo; mobilidade ativa; acessibilidade; monitoramento e controle de tráfego, entre outros.
Em 2012, foi sancionada a Lei Federal 12.587, que torna obrigatória a formulação de planos de mobilidade, atualmente em elaboração em São Vicente e que deverá ser aplicado a partir de 2021, e institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Segundo o PlanMob (2007) “A mobilidade urbana para a construção de cidades sustentáveis será então produto de políticas que proporcionem o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, priorizem os modos coletivos e não motorizados de transporte, eliminem ou reduzam a segregação espacial, e contribuam para a inclusão social favorecendo a sustentabilidade ambiental, diretrizes estas que estão presentes neste plano”.
A cidade tem problemas em sua mobilidade. Recentemente a interdição da Ponte A Tribuna, conhecida como Ponte dos Barreiros, causou sérios transtornos para quem mora na área Continental. Esta que é uma infraestrutura fundamental para o acesso e desenvolvimento do continente, não pode ficar esquecida, como foi.
O novo transporte coletivo melhorou em alguns aspectos, mas já apresenta problemas, como a cobertura em alguns bairros, onde o ônibus não chega. O transporte coletivo regional é deficitário, e obriga a população a enfrentar viagens longas e cansativas, entre outras cidades da Baixada. Cerca de 50% das pessoas do município saem para trabalhar em outras cidades (PNUD, 2013) e muitos dependem do transporte público. A malha cicloviária tem de 30.000 a 40.000 mil ciclistas que transitam diariamente na cidade, e precisa de ampliação e manutenção, além dos passeios públicos que estão em estado ruim e sem acessibilidade.
O poder municipal deve elaborar o planejamento e realizar investimentos na mobilidade urbana das cidades. São atribuídas aos municípios três responsabilidades-chave: PLANEJAR e IMPLEMENTAR a política de mobilidade urbana e ainda PRESTAR os serviços de transporte urbano e REALIZAR investimentos (vias, calçadas, ciclovias, pontos, terminais, etc). São Vicente tem muitas demandas nesta área e sem uma boa mobilidade a cidade não anda, literalmente!


✅Implementar um Plano de Mobilidade Urbana

com prioridade para o transporte coletivo e a mobilidade ativa (pedestre, ciclista, patinete);

✅Implantar um Sistema Inteligente de Mobilidade

através de plataforma de gerenciamento e monitoramento do tráfego;

✅Reorganizar as linhas de ônibus e principais trajetos

para termos melhor cobertura nos bairros;

✅Instalar novos pontos de ônibus cobertos

mais modernos e com sistemas de informações para maior conforto e segurança;

✅Viabilizar a reforma e adaptação das calçadas

para torná-las seguras e acessíveis para pedestres e pessoas com deficiência (PCD);

✅Aumentar a oferta de ônibus e veículos

preparados para transportar idosos e pessoas com deficiência (PCD);

✅Ampliar a rede cicloviária e reformar as ciclovias existentes.

Mobilidade e Urbanismo



A mobilidade é o meio essencial que permite integração social e urbana entre as pessoas, e permite que acessem a bens e serviços, que se realizem os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano, e interfere o modo de vida das pessoas dentro das cidades.


É pelo planejamento ou por meio de planos de mobilidade, que é possível definir as condições das categorias associadas à mobilidade urbana: transporte público coletivo; mobilidade ativa; acessibilidade; monitoramento e controle de tráfego, entre outros.
Em 2012, foi sancionada a Lei Federal 12.587, que torna obrigatória a formulação de planos de mobilidade, atualmente em elaboração em São Vicente e que deverá ser aplicado a partir de 2021, e institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Segundo o PlanMob (2007) “A mobilidade urbana para a construção de cidades sustentáveis será então produto de políticas que proporcionem o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, priorizem os modos coletivos e não motorizados de transporte, eliminem ou reduzam a segregação espacial, e contribuam para a inclusão social favorecendo a sustentabilidade ambiental, diretrizes estas que estão presentes neste plano”.
A cidade tem problemas em sua mobilidade. Recentemente a interdição da Ponte A Tribuna, conhecida como Ponte dos Barreiros, causou sérios transtornos para quem mora na área Continental. Esta que é uma infraestrutura fundamental para o acesso e desenvolvimento do continente, não pode ficar esquecida, como foi.
O novo transporte coletivo melhorou em alguns aspectos, mas já apresenta problemas, como a cobertura em alguns bairros, onde o ônibus não chega. O transporte coletivo regional é deficitário, e obriga a população a enfrentar viagens longas e cansativas, entre outras cidades da Baixada. Cerca de 50% das pessoas do município saem para trabalhar em outras cidades (PNUD, 2013) e muitos dependem do transporte público. A malha cicloviária tem de 30.000 a 40.000 mil ciclistas que transitam diariamente na cidade, e precisa de ampliação e manutenção, além dos passeios públicos que estão em estado ruim e sem acessibilidade.
O poder municipal deve elaborar o planejamento e realizar investimentos na mobilidade urbana das cidades. São atribuídas aos municípios três responsabilidades-chave: PLANEJAR e IMPLEMENTAR a política de mobilidade urbana e ainda PRESTAR os serviços de transporte urbano e REALIZAR investimentos (vias, calçadas, ciclovias, pontos, terminais, etc). São Vicente tem muitas demandas nesta área e sem uma boa mobilidade a cidade não anda, literalmente!


Implementar um Plano de Mobilidade Urbana

com prioridade para o transporte coletivo e a mobilidade ativa (pedestre, ciclista, patinete);

Implantar um Sistema Inteligente de Mobilidade

através de plataforma de gerenciamento e monitoramento do tráfego;

Reorganizar as linhas de ônibus e principais trajetos

para termos melhor cobertura nos bairros;

Instalar novos pontos de ônibus cobertos

mais modernos e com sistemas de informações para maior conforto e segurança;

Viabilizar a reforma e adaptação das calçadas

para torná-las seguras e acessíveis para pedestres e pessoas com deficiência (PCD);

Aumentar a oferta de ônibus e veículos

preparados para transportar idosos e pessoas com deficiência (PCD);

Ampliar a rede cicloviária e reformar as ciclovias existentes;